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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Alvo de inquérito no STF, o deputado e pastor Mário de Oliveira (PSC-MG) renunciou ao mandato.


Alvo de inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal), o deputado Mário de Oliveira (PSC-MG) renunciou ao mandato. A saída foi oficializada nesta segunda-feira (15) durante sessão da Câmara. O suplente Stefano Aguiar (PSC-MG) assumirá o mandato a partir de terça.

Ele responde no Supremo por crimes de responsabilidade, contra a ordem tributária e previstos na lei de licitações, além de formação de quadrilha, falsidade ideológica, estelionato e lavagem de dinheiro.

A carta de renúncia foi lida no plenário da Câmara pelo deputado Mauro Benevides (PMDB-CE), que presidia a Casa. Mário de Oliveira informou ao G1 que deixou a Câmara por motivos de saúde.

"Sr. Presidente, nos termos dos arts. 238, inciso II, e 239, caput, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, renuncio ao mandato de Deputado Federal a partir de 15/07/2013", disse a carta lida por Mauro Benevides às 14h45 desta segunda.

Com a saída, Oliveira deixa de ter foro privilegiado e o processo deve ser enviado para a primeira instância.

Divulgação/Câmara dos Deputados
Deputado Mário de Oliveira (PSC-MG)
Deputado Mário de Oliveira (PSC-MG)

Nos inquéritos em andamento no STF, Oliveira é investigado pelos crimes de formação de quadrilha, fraude, estelionato, falsidade ideológica entre outros. Ele, no entanto, disse desconhecer os inquéritos e informou que deixa o cargo devido à necessidade de se manter afastado da Câmara por um longo período para recuperação de um enfarto.

"Mas do que você está falando? Tem alguma coisa [no STF]? Na verdade, nem sei do que você está falando", disse Oliveira ao ser perguntado sobre os inquéritos no Supremo.

"Tive três infartos em novembro, foi muito forte, tive três paradas cardíacas. Fiz três cateterismos e vou passar o ano todo em observação médica. Já me ausentei uns quatro meses e acho que não dá mais para conciliar com a atividade parlamentar", acrescentou.

Em maio, a relatora do caso, ministra Rosa Weber, afirmou, em um despacho, que o inquérito foi instaurado para apurar eventuais crimes praticados pelo deputado Mário de Oliveira em relação à execução dos convênio celebrados entre o Município de Contagem (Minas Gerais) e a Escola de Ministério Jeová Jiré, tendo por objeto programa de recuperação de produtos químicos".

Uma das últimas movimentações do processo foi um pedido da Polícia Federal, em março, para a prorrogação de prazos para realizar diligências.

Ministro evangélico ligado a Igreja do Evangelho Quadrangular, Oliveira estava em seu sétimo mandato. Neste ano, ele tirou licença da Câmara de 4 de março a 5 de julho. No ano passado, ele ficou afastado de 30 de abril até 31 de agosto.

Procurado pela Folha, o deputado disse que explicaria a renúncia em um telefonema no fim do dia. Mais tarde, um assessor informou apenas que ele pediu o desligamento por falta de tempo para cumprir as atividades. Para a Câmara, a justificativa teria sido de problemas de saúde. Desde abril de 2012, ele não apresentava projetos na Casa.

Em 2007, Mário de Oliveira foi acusado pela Polícia Civil de São Paulo de ter contratado um pistoleiro por R$ 150 mil para matar o deputado Carlos Willian (PTC-MG). A motivação teria sido a recusa de Willian em se renunciar para que assumisse o suplente Antônio Carlos de Moraes, pastor da mesma igreja de Oliveira.

O esquema teria sido descoberto antes da consumação do ato. O processo, que chegou ao Supremo Tribunal Federal, foi arquivado por falta de provas.

Informações do deputado

Foto do Deputado MÁRIO DE OLIVEIRA
  • Nome civil: MÁRIO DE OLIVEIRA
  • Aniversário: 3 / 11 - Profissão: MINISTRO EVANGÉLICO
  • Partido/UF: PSC / MG / Titular
  • Telefone: (61) 3215-5341 - Fax: 3215-2341
  • Legislaturas: 83/87 87/91 91/95 95/99 99/03 07/11 11/15



A Igreja do Evangelho Quadrangular é um portento religioso: tem 3 milhões de membros, cerca de 15000 igrejas espalhadas pelo país e uma arrecadação anual estimada em meio bilhão de reais. Presidida pelo pastor Mário de Oliveira, que está no exercício do sétimo mandato de deputado Federal, a instituição se orgulha principalmente do trabalho de assistência social que realiza, inclusive no exterior. Seus líderes gostam de repetir, por exemplo, que enviaram mais alimentos às vítimas do tsunami que varreu a Ásia, em dezembro de 2004, do que o governo brasileiro. "Pregamos uma vida cristã ilibada e de honestidade. Uma vida regrada, sem envolvimento com vícios, com a corrupção", diz Oliveira. Esse receituário é nobre e comum à maioria das designações religiosas. No caso da Igreja do Evangelho Quadrangular, merece destaque por uma aparente contradição. Mário de Oliveira, que é presidente da instituição há dezesseis anos, é acusado por dois pastores de não seguir o que prega. Mais do que isso: de subverter tudo o que qualquer religião proclama ao encomendar a morte de duas pessoas, ludibriar as instituições e enriquecer à custa de fiéis.

Essas acusações foram feitas formalmente, em 19 de fevereiro passado, na Superintendência da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul. Partiram do pastor Osvaldeci Nunes, que privou da intimidade do deputado Mário de Oliveira durante cerca de quatro anos. Num depoimento que durou sete horas, Osvaldeci Nunes contou que, em 2009, o presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular lhe pediu para contratar um pistoleiro para matar Maria Mônica Lopes, ex-cunhada do parlamentar. O assassinato seria encomendado porque Maria Mônica, ao se separar de um irmão de Mário de Oliveira, ficou com metade de uma fazenda que, na verdade, pertenceria ao deputado. As terras, localizadas em Miranda (MS), foram vendidas e Mônica ficou com uma parte do dinheiro. Mário de Oliveira não gostou, pois considerava a ex-cunhada apenas um laranja. "Ele tem um ódio mortal dela, que ainda corre risco de morrer", afirmou Osvaldeci Nunes. Para comprovar o que disse, o pastor anexou ao depoimento fotos e informações levantadas por um detetive sobre a rotina de Maria Mônica. Era, segundo ele, a preparação para o crime que acabou não acontecendo.

Na semana passada, o deputado Mário de Oliveira conversou com a revista VEJA. Ele admitiu que conhece muito bem o pastor Osvaldeci Nunes. Confirmou também a venda da fazenda em Miranda e o litígio com a ex-cunhada, mas negou que tenha encomendado a morte dela. "O Osvaldeci é um mentiroso compulsivo, um psicopata", diz. Mônica não quis se pronunciar. Segundo o deputado, o pastor foi à Polícia Federal porque fracassou na tentativa de extorquí-lo. Desde 2009, o pastor exige dinheiro - sempre ele! - para não contar "tudo o que sabe". Para não revelar os segredos da igreja. Osvaldeci teria pedido 50000 reais e uma promoção na hierarquia da instituição. As supostas ameaças foram feitas por meio de mensagens enviadas por celular. Mário de Oliveira conta que repassou os torpedos ao Ministério Público de Minas Gerais, que ajuizou uma ação contra o antigo colega de pregação. Osvaldeci Nunes admitiu que mandou as mensagens a Mário de Oliveira, mas ressaltou que só agiu assim para se defender, já que teria sido ameaçado de morte por três vezes. Sobre o motivo da discórdia - dinheiro -, o pastor confirma que pediu, mas nada a ver com extorsão. "Ele me deve uma indenização trabalhista", garantiu.

Não é, porém, a primeira vez que o líder da Igreja do Evangelho Quadrangular é acusado de mandar matar desafetos. Em 2007, a Polícia de São Paulo prendeu um pistoleiro supostamente contratado por Mário de Oliveira para matar o então deputado Federal Carlos Willian, ex-integrante da igreja. Por envolver parlamentares, o caso chegou a ser investigado no Supremo Tribunal Federal, mas foi arquivado por falta de provas. O depoimento de Osvaldeci Nunes também traz novidades sobre o crime. Além de confirmar a participação do deputado na trama abortada pela Polícia, ele confessa ter subornado a principal testemunha do caso para livrar Mário de Oliveira das acusações. "O Mário deu 50000 reais ao Odair (o pistoleiro) para mudar o depoimento. Quem foi levar o dinheiro para o Odair fui eu, no hotel Royal Palace, no centro de Belo Horizonte, em junho de 2007." Odair da Silva é ex-motorista do secretário nacional de comunicação da igreja. Ele frequentava a casa e a fazenda de Mário de Oliveira em Minas Gerais. O motivo do crime? Em seu depoimento, o pastor contou que Mário acusava Carlos Willian de roubar 800000 reais de uma emissora de rádio controlada pela igreja. Na semana passada, o pastor Donizete de Amorim confirmou à PF todas as acusações contra o deputado.

Dinheiro, dinheiro, dinheiro ... O dinheiro parece estar no centro de todas as denúncias que pairam sobre o líder da igreja. Desde 2008, o deputado é investigado no Supremo Tribunal Federal também por formação de quadrilha, estelionato e falsidade ideológica. Trata-se de uma apuração iniciada no Ministério Público de Minas Gerais sobre irregularidades na execução de convênios públicos destinados à recuperação de dependentes químicos - um inusitado e instigante caso de milagre remunerado. Os pastores prometiam curar viciados em drogas apenas com orações. Não curaram ninguém, evidentemente, mas embolsaram uma fortuna destinada ao programa. O dinheiro foi parar na conta de alguns pastores, em propriedades da igreja e em bancos no exterior. O relatório do processo aponta indícios de que Mário de Oliveira tinha - plena ciência do esquema fraudulento que envolvia os milagrosos convênios da Quadrangular. "Eu já fui inocentado disso", garantiu o deputado.
Nascido numa família humilde, Mário de Oliveira teve uma infância difícil. Ele conta ter calçado um sapato pela primeira vez aos 14 anos de idade. Ganhava a vida como ajudante de padeiro e servente de pedreiro até entrar para a igreja. Aos 19 anos, já pregava, dando início a uma impressionante ascensão dentro da Quadrangular. "Ele é uma espécie de mito na igreja", conta o pastor Jefferson Campos, que está no terceiro mandato de depurado Federal. O mito seria resultado, além de um competente trabalho de evangelização, do crescimento em progressão geométrica da instituição. Nos últimos dezesseis anos, período em que ele está na presidência, a igreja se espraiou por todas as unidades da federação e amealha um rebanho cada vez maior. Ao mesmo tempo, Mário de Oliveira trocou a realidade franciscana dos tempos de infância por um patrimônio respeitável. Hoje, a família dele tem casas, lotes, fazendas e carros de luxo. Na declaração de renda que entregou à Justiça Eleitoral em 2006, o deputado apresenta uma relação de bens no valor módico de 2,3 milhões de reais. Em 2010, o patrimônio caiu para 687000 reais. Não, o pastor não decidiu fazer voto de pobreza. O político Mário de Oliveira conta ter ficado deprimido, com medo de morrer, e por isso transferiu parte de seus bens para os sobrinhos.



Fontes:




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Vida Longa e Próspera
Alberto
     

Será que, enfim, a Rede Globo sentará no banco dos réus dos tribunais desse país?

A Rede Globo no STF


Editorial da edição 541 do Brasil de Fato

O jornalista Miguel do Rosário, do blog O Cafezinho, denunciou que a Rede Globo, em 2002, ainda no governo FHC, promoveu uma sonegação de impostos milionária. Foram sonegados 183 milhões de reais dos cofres públicos.
Em 2006, quando a Receita Federal concluiu o processo, somados os juros e multas, a sonegação elevou-se para R$ 615 milhões. Mais de meio bilhão de reais, em valores de 2006, surrupiados do povo brasileiro. Terá sido este roubo o motivo da Globo enfatizar com insistência, e repetido em coro pelo Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, que o chamado mensalão petista era o maior caso de corrupção do país?
O autor d'O Cafezinho é ainda mais contundente: "(...) a ficha criminal da Globo vai muito além dessas estripulias em paraísos fiscais. A Globo cometeu crimes históricos contra o Brasil. Lutou contra a criação da Petrobras. Fez parte do golpe que levou ao suicídio de Vargas. Consolidou-se financeiramente, com dinheiro estrangeiro de um lado, e de golpistas internos, de outro, sobre o cadáver da nossa democracia".
Acrescenta-se que, durante a CPI do Carlinhos Cachoeira, que investigava as relações promíscuas do bicheiro com a revista Veja, a Globo fez chegar ao Palácio do Planalto a mensagem de que o governo seria retaliado se fossem convocados jornalistas ou empresários de comunicação.
Não é de estranhar o silêncio da revista do grupo Abril sobre essa denúncia e, muito menos, se amanhã ela retribuir o apoio recebido da família Marinho. Os conluios geram compromissos de mútua proteção.
Agora, através do blog O Escrivinhador, do jornalista Rodrigo Vianna, soube-se que a Receita Federal, quando concluiu o processo, solicitou a abertura de uma Representação para Fins Penais – uma investigação criminal – contra os donos da Globo. Isso em 2006!
Por que o Ministério Público Federal engavetou esse pedido e tornou-se conivente dessa ação criminosa? O mesmo MPF que, liderado por Gurgel e com apoio da Globo, fez a população brasileira acreditar que a aprovação da PEC 37 iria favorecer a corrupção no Brasil. Ambos, Globo e MPF, ao segurar os cartazes nas passeatas, não estavam somente nus. Estavam, também, cagados. Deve, o MPF, uma resposta à população brasileira sobre o porquê não investiga a Rede Globo.
Vianna faz outra denúncia grave: os funcionários da Receita Federal no Rio estão em pânico porque o processo contra a Globo simplesmente sumiu! É um processo que vai além dos R$ 615 milhões sonegados. Ele revela as contas da família Marinho nos paraísos fiscais.
Ora, é assim que os ricos se livram das condenações, fazendo os processos desparecerem? Atestam suas inocências promovendo novas ações criminosas? Certamente, se comprovada essa denúncia, o sumiço do processo exigiu corromper alguns novos funcionários públicos. O cheiro de esgoto que exala da vênus platinada é cada vez mais forte.
Dizem, os gaúchos, que o diabo faz a panela, mas não faz a tampa. Espera-se que este caso da Globo sonegar impostos não desacredite o ditado.
Mas há sinais desalentadores. Em março o jornal O Globo premiou Joaquim Barbosa como Personalidade do Ano. Em maio, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, usou o dinheiro público para pagar a passagem aérea de uma jornalista do jornal O Globo para cobrir sua participação em um seminário sobre liberdade de impressa (não há ironia nesse fato!), na Costa Rica. No dia 02 de junho, o presidente do STF e seu filho, Felipe, assistiram ao jogo Brasil x Inglaterra, no Maracanã, no camarote de Luciano Huck, apresentador da Rede Globo. Agora em julho, a Rede Globo contratou Felipe para ser seu funcionário.
A jornalista Helena Sthephanowitz, da Rede Brasil Atual, revela, nessa semana, outra coincidência envolvendo Felipe, o filho de Barbosa. De 2010 até ser contratado pela Globo, ele foi funcionário do grupo Tom Brasil. Essa empresa é investigada no inquérito 2474/STF, derivado do chamado mensalão petista. O inquérito identificou pagamento da DNA propaganda, de Marcos Valério, para a Casa Tom Brasil, com recursos da Visanet, no valor de R$ 2,5 milhões. O pagamento foi autorizado por Cláudio de Castro Vasconcelos, gerente-executivo de Propaganda e Marketing do Banco do Brasil, desde o governo FHC. Estranhamente não foi denunciado na AP-470 junto com o petista Henrique Pizzolato.
Parece que a Rede Globo realmente chegou no STF. Infelizmente não para sentar no banco dos réus.

Fonte Jornal Brasil de Fato
http://www.brasildefato.com.br/node/13504


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Vida Longa e Próspera
Alberto
     

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A Maioria dos Deputados da Bancada Evangélica, Responde a Processos na Justiça

Os deputados federais evangélicos são de diferentes partidos, mas em questões que
envolvem comportamento e moralidade — como o casamento de gays — agem como se
fossem de uma única agremiação que se norteia pelos textos bíblicos. São da base de
apoio do governo, desde que o governo siga a agenda cristã-conservadora deles.


Discutir a liberação do aborto, por exemplo, não pode.

Tampouco distribuir nas escolas públicas kit contra a homofobia.

A maioria desses paladinos da moralidade alheia responde a processos na Justiça
Eleitoral e no fórum privilegiado do STF (Supremo Tribunal Federal).

Dos 56 deputados que o blog Frente Parlamentar Evangélica lista como da bancada de
evangélicos, 32 (57%) têm pendência na Justiça.Os processos apuram acusações como peculato
(furto ou apropriação de bens ou valores públicos), improbidade administrativa, corrupção
eleitoral, abuso de poder econômico, sonegação fiscal e formação de quadrilha.

Com 24 deputados, a Assembleia de Deus tem a maior representação na bancada. Desse
total, 11 são réus. Sabino Castelo Branco (PTB/AM), por exemplo, responde por peculato, 

crime tributário, captação ilícita de recursos, etc. A ficha judicial de Zé Vieira (PR/MA) é 
também extensa.

A Igreja Presbiteriana tem a segunda maior representação, com 8 deputados. Anthony

Garotinho (PR/RJ) e Edinho Araújo (PMDB/SP) se destacam pela quantidade de processos.

Em seguida vêm Igreja Universal, com 7 deputados, Quadrangular (3), Igreja da Graça (3), 

Igreja Mundial (2), Metodista (2), Maranata (1), Igreja Nova Vida (1), Cristã Evangélica (1), 

Igreja Brasil para Cristo (1), Igreja Cristã do Brasil (1),  Sara Nossa Terra (1) e Comunidade 

Shamá (1). 


Segue a lista dos deputados que compõem a bancada evangélica, com destaque com fotos

para aqueles que estão prestando contas à Justiça. O levantamento foi feito pela organização

não governamental Transparência Brasil.

Assembléia de Deus


1 -  José da Cruz Marinho (Zequinha)– PSC/PA

Deputado Hidekazu Takayama

2 - Hidekazu Takayama – PSC/PR
Processo 0031294-51.2004.4.01.3400 - de Ação civil pública movida pelo
Ministério Público Federal. STF - Inquérito nº 2652/ 2007 - 
Inquérito apura crimes contra a ordem tributária, estelionato e peculato.




Deputado Sabino Castelo Branco

3 - Sabino Castelo Branco – PTB/AM
STF - Processo nº 538 - Réu em ação penal movida pelo Ministério Público
Federal por peculato. STF - Inquérito nº 2940 - É alvo de inquérito que apura
crimes contra a ordem tributária. TSE - Processo nº 504786.2010.604.0000 
É alvo de recurso contra expedição de diploma apresentado pelo Ministério 
Público Eleitoral por abuso de poder econômico e uso indevido de meio de 
comunicação social. TSE - Processo nº 874.2011.604.0000 - É alvo de representação movida 
pelo MPE por captação ou gasto ilícito de recursos financeiros de campanha eleitoral. TRE-AM
- Processo nº 90095.2002.604.0000 - Teve reprovada prestação de contas referente às eleições
de 2002. TRE-AM - Processo nº 424843.2010.604.0000 - Teve reprovada prestação de contas
referente às eleições de 2010. TRE-AM - Processo nº 485034.2010.604.0000 - É alvo de 
representação movida pelo MPE. TRF-1 Seção Judiciária da Amazônia - Processo 
nº 0001172-68.2007.4.01.3200 - É alvo de ação de execução fiscal movida pela Fazenda
de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.


Deputado Ronaldo Nogueira

4 - Ronaldo Nogueira – PTB/RS
TCE-RS (processo 008255-02.00/ 08-2) - Irregularidades na gestão da
Câmara de Carazinho. TCE-RS (processo 001084-02.00/ 01-0) - Idem. 



5 - Ronaldo Fonseca de Souza – PR-DF

7 - Francisco Eurico da Silva (pastor Eurico) – PSB/PE
8 - Marco Antônio Feliciano (pastor Feliciano) – PSC/SP




10 - João Campos de Araújo – PSDB/GO
processo 0031294-51.2004.4.01.3400 - É alvo de ação civil pública
movida pelo Ministério Público Federal.


11 - Fernando Frascisshini – PSDB/PR
12 - Filipe de Almeida Pereira – PSC/RJ

13 - Fátima Lúcia Pelaes – PMDB/AP
14 - Erivelton Santana – PSC/BA


Deputado evangélico da Conceição Costa Ferreira

0031294-51.2004.4.01.3400 - É alvo de ação civil
pública movida pelo Ministério Público Federal. É alvo de ações de execução
fiscal movidas pelo município de São Luís: TJ-MA Comarca de São Luís - 
                          nº 1793-35.2011.8.10.0001

TRE-AC - processo 497/ 2002 - Teve reprovada a prestação de contas 
referente às eleições de 2002. É alvo de ações penais movidas pelo Ministério
Público por crimes eleitorais (peculato/captação ilícita de votos ou corrupção
177708/ 2010 - É alvo de inquéritos que apuram crimes eleitorais e contra a
É alvo de ações de investigação judicial eleitoral por abuso de poder econômico: TRE-AC - 
É alvo de representações movidas pelo MPE por captação ilícita de sufrágio e/ ou captação ou
gasto ilícito de recursos financeiros de campanha eleitoral: TRE-AC - processo 180081/ 2010

deputado evangélico Cleber Verde Cordeiro Mendes

17 - Cleber Verde Cordeiro Mendes – PRB/MA
STF - processo 497/2008 - É alvo de ação penal movida pelo Ministério 
Público Federal por crimes praticados contra a administração em geral (inserção
de dados falsos em sistema de informações). TRE-MA - processo
603979.2010.610.0000 - É alvo de ação de investigação judicial movida pelo Ministério Público Eleitoral por uso de poder político e conduta
vedada a agentes públicos.

18 - Anderson Ferreira Rodrigues – PR/PE
19 - Lindomar Garçon – PV/RO

deputado evangélico Nilton Capixaba

21 - Nilton Baldino (Capixaba) – PTB/RO
STF - Processo nº 644 - Acusado de envolvimento com a máfia das
ambulâncias, é réu em ação penal movida pelo Ministério Público Federal por
corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. TRF-1 Seção
alvo de ação civil pública movida pelo MPF. TRF-1 Subseção Judiciária de
Ji-Paraná - Processo nº 0000432-26.2007.4.01.4101 - É alvo de ação de improbidade
administrativa movida pelo MPF por envolvimento com a máfia das ambulâncias.

deputado evangélico Silas Câmara
22 - Silas Câmara – PSC/AM
STF - inquérito 2005/2003 - É alvo de inquérito que apura peculato e
improbidade administrativa. STF - inquérito 3269 e STF - inquérito 3092 - É
alvo de inquéritos que apuram crimes eleitorais. TRF-1 Seção Judiciária da
improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal. É alvo de
representação e ações de investigação judicial movidas pelo Ministério Público Eleitoral por
captação ilícita de sufrágio e abuso de poder econômico: TRE-AC - processo 
a prestação de contas referente ao exercício financeiro de 2004, quando o parlamentar era
ordenador de despesas do partido em nível estadual.

deputado evangélico Zé Vieira

23 - José Vieira Lins (Zé Vieira)  – PR/MA 

É alvo de inquéritos que apuram crimes de responsabilidade, peculato e 
sonegação de contribuição previdenciária: STF - inquérito 3051
STF - Inquérito 3047. É alvo de ações civis públicas, inclusive de improbidade
administrativa, movidas pelo Ministério Público e pelo município de Bacabal:
alvo de ações de execução movidas pela Fazenda Nacional -- por exemplo: TRF-1 Subseção 
Foi responsabilizado por irregularidades em convênios e aplicação de recursos e teve contas

deputado evangélico Marcelo Theodoro de Aguiar

24 - Marcelo Theodoro de Aguiar – PSC/SP
TRE-SP - Processo 1077244.2010.626.0000 - Teve reprovada prestação de
contas referente às eleições de 2010. 




Igreja Presbiteriana



1 - Lilian Sá de Paula – PR/RJ

deputado evangélico lemos barros quintão

STF - Inquérito nº 2792 - É alvo de inquérito que apura crimes eleitorais.
5034047-88.2009.8.13.0024 - É alvo de ação de improbidade administrativa
movida pelo Ministério Público Estadual.




deputado evangélico Edmar Arruda

4 - Edmar de Souza Arruda – PSC/PR
STF - inquérito 3307 - É alvo de inquérito que apura crimes contra o
meio ambiente e o patrimônio genético.




deputado evangélico Edinho Araújo

5 - Edson Edinho Coelho Araújo (Edinho Araújo) – PMDB/SP

STF - Inquérito nº 3137 - É alvo de inquérito que apura crimes previstos na 
lei de licitações. TJ-SP Comarca de São José do Rio Preto - Processo 
576.01.2009.043791-5 - É alvo de ação de execução fiscal movida pela 
Fazenda estadual. É alvo de ações de improbidade administrativa movidas 
pelo Ministério Público Estadual: TJ-SP (segunda instância) - processo
9035424-43.2006.8.26.0000, TJ-SP (Comarca de São José do Rio Preto) - Processo 
nº 576.01.2010.062759-8. O TCE-SP julgou irregulares processos licitatórios e contratos firmados
pela prefeitura de São José do Rio Preto: TCE-SP - processo 2832/008/04TCE-SP - processo





7 -  Anthony William Garotinho Matheus De Oliveira (Anthony Garotinho) – 
PR/RJ
É alvo de inquéritos que apuram crimes eleitorais: STF - Inquérito 2601/2007,
Processo nº 2008.51.01.815397-2 - É réu em ação penal referente à máfia dos
caça-níqueis e movida pelo Ministério Público Federal por lavagem de dinheiro, 
formação de quadrilha, corrupção e crimes contra a administração pública. Chegou a ser 
condenado a dois anos meio de prisão. A pena foi convertida em prestação de serviços e 
suspensão de direitos. É alvo de ações de improbidade administrativa: TJ-RJ Comarca de Nova
eleitoral, foi condenado por abuso de poder econômico e uso indevido de veículo de 
comunicação social. A Justiça decretou inelegibilidade.

8 - José Carlos Vaz de Lima - PSDB/SP


Igreja Universal do Reino de Deus



deputado evangélico José Heleno da Silva

1 - José Heleno da Silva – PRB/SE 
É alvo de ações de improbidade administrativa movidas pelo Ministério Público
0005511-67.2007.4.05.8500 (Acusado de envolvimento com a máfia das 
0015233-58.2008.4.01.3600 - É alvo de medidas investigatórias referentes à máfia das 
ambulâncias e conduzidas pelo Ministério Público Federal. O TRE reprovou as prestações de
contas do PL referentes aos exercícios financeiros de 2003 e de 2005, quando o parlamentar
era dirigente do partido em nível regional: TRE-SE - processo 34792.2004.625.0000TRE-SE


2 - Márcio Carlos Marinho – PRB/BA



3 - Otoniel Carlos de Lima – PRB/SP


deputado evangélico Vitor Paulo Araújo dos Santos
4 - Vitor Paulo Araújo dos Santos – PRB/RJ 
STF - processo 592 - É réu em ação penal movida pelo Ministério Público 
por crimes eleitorais.




5 - George Hilton Dos Santos Cecílio (George Hilton) – PRB/MG


deputado evangélico Antônio Bulhões

STF - inquérito 2930/ 2010 - É alvo de inquérito que apura peculato. 
TRF-3 Seção Judiciária de São Paulo - Processo 0044601-82.2002.4.03.6182 - 
É alvo de ação de execução fiscal movida pela Fazenda Nacional. TRF-3 
Seção Judiciária de São Paulo - Inquérito 0005062-78.2003.4.03.6181 - É alvo
de inquérito que apura apropriação indébita e crimes contra o patrimônio.




deputado evangélico Jhonatan Pereira de Jesus
7 - Jhonatan Pereira de Jesus – PRB/RR
TRE-RR - processo 229176.2010.623.0000 - Teve reprovada a prestação de
contas referente às eleições de 2010. 




Igreja do Evangelho Quadrangular



deputado evangélico Jefferson de Campos

1 - Jefferson Alves de Campos – PSB/SP
0031294-51.2004.4.01.3400 - É alvo de ação civil pública movida pelo
Ministério Público Federal. É alvo de ações de improbidade administrativa
movidas pelo MPF por envolvimento com a máfia das ambulâncias: TRF-3
Seção Judiciária de São Paulo - processo 0004928-22.2011.4.03.6100, 
TRF-3 Subseção Judiciária de Santos - processo 0000249-06.2007.4.03.6104

deputado evangélico de Oliveira

2 - Mário de Oliveira – PSC/MG
TRE-MG - Processo 60069.2011.613.0000 - É alvo de inquérito que apura
crime eleitoral. STF - inquérito 2727 - É alvo de inquérito que apura crimes de
responsabilidade, contra a ordem tributária e previstos na lei de licitações, 
além de formação de quadrilha, falsidade ideológica, estelionato e lavagem ou
ocultação de bens, direitos ou valores.


deputado evangélico Josué Bengtsons

3 - Josué Bengtson – PTB/PA
ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal. 
0004032-69.2008.4.01.3600 - Acusado de envolvimento com a máfia das
ambulâncias, é alvo de medidas investigatórias conduzidas pelo MPF por crimes 
previstos na lei de licitações. 

Igreja Internacional da Graça


2 - Adilson Soares - PR/RJ

Ministério Público Federal.


Igreja Mundial do Poder de Deus




deputado evangélico José Olímpio Silveira Moraes

1 - José Olímpio Silveira Moraes (missionário José Olímpio) – PP/SP
de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual. TJ-SP Comarca
de Itu - processo 286.01.2009.514728-4 - É alvo de ação de execução fiscal
movida pelo município de Itu.



deputado evangélico Francisco Floriano

réu em ação penal movida pelo Ministério Público Estadual por lesão 
corporal decorrente de violência doméstica.


Igreja Metodista




1 - Walney Da Rocha Carvalho – PTB/RJ

STF - Processo 627 - É alvo de ação penal movida pelo Ministério Público
Federal por corrupção passiva. TRE-RJ - Processo nº 197118.2002.619.0000 -
Teve reprovada prestação de contas referente às eleições de 2002. É alvo de
ações de execução fiscal movidas pelo município de Nova Iguaçu e pela Fazenda

deputado evangélico Aúreo

2 - Áureo Lidio Moreira Ribeiro – PRTB/RJ
É alvo de ações de execução fiscal movidas pela Fazenda Nacional e pelo 
município de Duque de Caxias: TRF-2 Seção Judiciária do Rio de Janeiro - 


Igreja Maranata


1 - Carlos Humberto Mannato – PDT/ES



Igreja Nova Vida




deputado evangélico Washington Reis

1 - Washington Reis de Oliveira – PMDB/RJ
STF - processo 618 - É alvo de ação penal movida pelo Ministério Público
Federal por crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético e formação
de quadrilha. STF - inquérito 3192 - É alvo de inquérito que apura crimes
eleitorais. É alvo de ações civis públicas, inclusive de improbidade administrativa,
movidas pelo Ministério Público: TRF-2 Seção Judiciária do Rio de Janeiro - 
0003813-92.2007.4.02.5110 (Foi condenado por improbidade administrativa, pois não houve
divulgação de recursos recebidos pela prefeitura de Duque de Caxias. A Justiça determinou a 
suspensão dos direitos políticos, a proibição de contratar com o poder público ou receber 
benefícios/ incentivos fiscais ou creditícios e o pagamento de multa). É alvo de ações de execução
fiscal movidas pela Fazenda Nacional e pelo município de Duque de Caxias - por exemplo: 
ação de investigação judicial movida pelo Ministério Público Eleitoral por abuso de poder 
econômico. TRE-RJ - processo 772.2011.619.0000 - É alvo de representação movida pelo MPE
por captação ou gasto ilícito de recursos financeiros de campanha eleitoral. TRE-RJ - Processo
674343.2010.619.0000 - É alvo de representação movida pelo MPE por conduta vedada a agente
público. TCE-RJ detectou irregularidades e emitiu pareceres contrários à aprovação das contas 
referentes à administração financeira da prefeitura de Duque de Caxias: TCE-RJ - Processo 



Igreja Cristã Evangélica


deputada evangélica Iris de Araújo

TRE-GO - Processo nº 999423170.2006.609.0000 - Teve rejeitada prestação
de contas referente às eleições de 2006.



Igreja Brasil para Cristo


Igreja Cristã do Brasil


1 - Bruna Dias Furlan - PSDB/SPÉ alvo de representações movidas pelo Ministério Público Eleitoral por conduta
vedada a agentes públicos: TRE-SP - processo 15170.2010.626.0199TRE-SP
- processo 1949115.2010.626.0000


Igreja Sara Nossa Terra


STF - inquérito 2984/ 2010 - É alvo de inquérito que apura uso de documento
falso. STF - inquérito 3056 - É alvo de inquérito que apura crimes contra a
0031294-51.2004.4.01.3400 - É alvo de ação civil pública movida pelo 
Ministério Público Federal. TJ-RJ Comarca do Rio de Janeiro - processo
0026321-60.2006.8.19.0001 - É alvo de ação de improbidade administrativa movida pelo
Ministério Público Estadual. TRE-RJ - processo 59664.2011.619.0000 - Alvo de representação
movida pelo Ministério Público Eleitoral por captação ilícita de sufrágio. TRE-RJ - processo
9488.2010.619.0153 - Alvo de ação de investigação judicial eleitoral movida pelo MPE por abuso
de poder econômico. TSE - processo 707/2007 - Alvo de recurso contra expedição de diploma
apresentado pelo MPE por captação ilícita de sufrágio.

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