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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Anvisa proíbe Habbib´s de vender esfihas no Rio Grande do Sul

A rede de fast food Habib's está proibida de vender esfihas produzidas em 


Canoas, região metropolitana de Porto Alegre. A Agência Nacional de 

Vigilância Sanitária, Anvisa, encontrou três tipos de bactéria no alimento que 


é o carro chefe da lanchonete.


As quatro unidades da capital gaúcha funcionaram, mas o prato principal do 


cardápio teve que ser substituído. Três pessoas passaram mal depois de 

comer as esfihas do Habbib´s em um shopping.


A Anvisa recebeu a denúncia em abril, analisou o produto e descobriu que o 


problema estava no recheio. Os técnicos encontraram três bactérias que 

causam intoxicação alimentar, diarreias e vômitos, uma delas também pode 


provocar o aborto.


Todos os municípios gaúchos onde há filiais da rede foram notificados para 


que a venda seja suspensa. Nesta sexta-feira serão colhidas novas 

amostras na empresa que fornece o produto.




Matéria em vídeo:
http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=19609&t=Anvisa%20proibe%20Habbib%B4s%20de%20vender%20esfihas%20no%20Rio%20Grande%20do%20Sul


Vida Longa e Próspera
Alberto Jr.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O Pão do Futuro

Chamem o Marty McFly


O consumidor cada vez mais está sendo agredido por empresas criminosas no Brasil. Pão do Futuro!? Existe! É claro! O que vocês acham de comprar um pão hoje (01/04/2012) e saber que o produto só será fabricado amanhã (02/04/2012) às 01h56 - "uma maravilha!". Será que a é uma inovação do Bompreco!? Não! Isso é crime! A prática é comum nos supermercados e o cinismos é visível - acabei de adquirir um pacote de "pão família" do futuro no Bompreço - 24h no Bairro Jardins em Aracaju/SE. 


Tentei dialogar com alguns colaboradores sobre a prática criminosa/ilegal/"inovadora" e fui informado que o gerente não estava - e quem poderia responder pela gerência é o "encarregado" - encarregado!? optei em denunciar nas redes sociais do que carregar o "encarregado" para a delegacia. 
Obs.: em outras redes os funcionários são menos cínicos - eles trocam as etiquetas antes do supermercado abrir e o consumidor é enganado do mesmo jeito. #crime #bompreço #CDC #brasil #consumidor #relaçãodeconsumo




Texto e Foto: Thales Brandão
Facebook: https://www.facebook.com/thalesbrandao
Twitter: www.twitter.com/thalesbrandao

quarta-feira, 21 de março de 2012

Manual de Como Enganar um Brasileiro


Conexão Repórter / SBT

Imagine-se nessa situação: um conserto de sua máquina de lavar louça que deveria custar 15 reais, vira uma conta de 150 reais, 10 vezes mais. Ou pior ainda, imagine-se levando seu filho de visão perfeita ao exame médico e ele sai do oculista com um óculos de grau que não precisa. Em questão está a credibilidade de muitas das assistências técnicas e serviços médicos espalhados pelo Brasil. 






Vida Longa e Próspera
Alberto Jr.



sexta-feira, 9 de março de 2012

Após alerta de risco de câncer, Coca-Cola pode mudar fórmula de corante



Pesquisa americana afirma que substância seria cancerígena.
Fabricante diz que químico é seguro, mas pode reduzir sua quantidade.

A fabricante de refrigerantes Coca-Cola informou que pode reduzir a quantidade de um químico encontrado no corante caramelo após ele ter sido considerado cancerígeno pela lei do estado americano da California e por um estudo feito por um grupo de defesa do consumidor nos Estados Unidos.

Segundo as agências de notícias Reuters e AFP, tanto Coca-Cola quanto Pepsi vão fazer a redução na Califórnia. Ao G1, a assessoria de imprensa da Coca-Cola no Brasil informou que a medida "pode" ser tomada no estado americano, mas afirmou que não se trata de uma alteração na fórmula.

"O corante caramelo utilizado em nossos produtos é absolutamente seguro. Coca-Cola não alterará sua fórmula mundialmente conhecida. Mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não têm potencial para modificar a cor ou o sabor da Coca-Cola. Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes sem, entretanto, ter alterado nossa fórmula secreta. Continuamos a nos orientar por evidências científicas sólidas para garantir que nossos produtos sejam seguros. O elevado padrão de qualidade e segurança dos nossos produtos permanece sendo nossa mais alta prioridade", disse a Coca-cola, em nota.

A AmBev, responsável pela Pepsi no Brasil, ainda não se pronunciou a respeito.

A controvérsia envolvendo o corante caramelo é antiga e atingiu seu pico nas últimas semanas. Em janeiro, o químico 4-metil imidazol (4-MI) entrou na lista de substâncias consideradas de risco na Califórnia.

Nesta semana, um estudo conduzido por um grupo de defesa ao consumidor ( o Centro de Ciência de Interesse Público -- CSPI, na sigla em inglês) afirmou que o 4-MI causaria câncer em animais.

Na pesquisa recente do CSPI, latinhas vendidas em Washington tinham entre 103 e 153 microgramas da substância. A legislação da Califórnia prevê que o limite considerado seguro para o consumo em uma latinha é de 29 microgramas (milionésimos de grama) de 4-MI.

Pelas normas brasileiras, estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso da substância na produção de corantes é permitido, "desde que o teor de 4-metil imidazol não exceda no mesmo a 200mg/kg (duzentos miligramas por quilo)".

Segundo o toxicologista Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (Ceatox), a substância se mostrou tóxica para ratos e camundongos na concentração de 360 mg/kg, que é pouco menos que o dobro do limite legal no Brasil.

A vigilância sanitária dos Estados Unidos (a FDA – Administração de Comida e Drogas, na sigla em inglês), afirmou não acreditar que os refrigerantes causassem um risco real de câncer, mas que iria investigar a acusação do grupo. "Um consumidor teria que consumir bem mais de mil latas de refrigerante por dia para alcançar as doses administradas [dadas aos animais] nos estudos que mostraram relação com o câncer em roedores", afirmou Doug Karas, porta-voz do FDA.

Na quinta-feira, ao G1, A Coca-Cola informou em nota que os ingredientes e as quantidades utilizados nos seus produtos "seguem rigorosamente os limites estabelecidos pela Anvisa e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento".

Já a AmBev informou que a PepsiCo faz parte da Associação Americana de Bebidas, que se posicionou oficialmente:

"Isso não é nada mais que uma tática de pavor do CSPI e suas afirmações são ultrajantes. A ciência simplesmente não mostra que o 4-MI em alimentos ou bebidas seja uma ameaça à saúde humana. Na verdade, dados de agências reguladoras em todo o mundo, incluindo o FDA, a Autoridade Europeia de Saúde Alimentar e a Saúde Canadá consideram o corante caramelo seguro para uso em alimentos e bebidas. O CSPI alega fraudulentamente que está operando em interesse da saúde pública, quando está claro que sua única motivação é assustar o povo americano", acusou a associação.


Vida Longa e Próspera
Alberto Jr.