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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Doar-se é a melhor comunicação


A empresa de telefonia tailandesa True Move H, criou um comercial que está fazendo sucesso e emocionando ao redor do mundo.

Usando o slogan “Giving is the best comunication” - em tradução livre: Doar-se é a melhor comunicação – a companhia criou uma bonita história que nos faz pensar sobre a generosidade  e a importância de ajudar as pessoas necessitadas. O vídeo conta a história de um ato de generosidade que é retribuído após 30 anos.

O vídeo celebra a bondade e generosidade sem esperar algo em troca, começa mostrando um menino sendo apanhado após roubar remédios. Uma comerciante, brava, pergunta pra quem a criança estava levando os remédios que havia furtado. Ele responde: “Para minha mãe”.

Após tudo isso, um comerciante compra os remédios, pede a sua filha um pouco de alimentos e dá para o menino levar a sua mãe.

30 anos depois, o comerciante que comprou os remédios para o menino, passa mal, e acaba desmaiando em seu estabelecimento comercial. É levado ao hospital, e sua filha recebe a conta muito alta (cerca de R$ 60 mil), como não era possível pagar, ela coloca o estabelecimento de seu pai a venda. E a surpresa, ao voltar ao hospital percebe que todos os débitos já haviam sido zerados, e nele estava escrito “Essa conta foi paga a 30 anos atrás com remédios e alimentos”.

A mensagem tinha a assinatura do cirurgião do hospital, que a 30 anos atrás, era o menino que furtava os remédios. O vídeo termina com a mensagem: Dar é a melhor comunicação.


Confira aqui o vídeo com mais de 11 milhões de visualizações:



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

®KEEP WALKING, BRAZIL.



No início dos tempos, na parte sul das Américas, habitava um gigante. Um dos poucos que andavam sobre a Terra.
Gigante pela própria natureza, e sendo natureza ele próprio, era feito de rochas, terra e matas, que moldavam sua figura. Pássaros e bichos pousavam e viviam em seu corpo e rios corriam em suas veias. Era como um imenso pedaço de paisagem que andava e tinha vontade própria.
Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grande, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.
Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou.
Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E, deitado nesse berço esplêndido, olhou para o céu azul acima se perguntando: "O que me faz gigante?".
Em seguida, imaginando respostas, caiu em sono profundo.
Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo.
Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.
No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer "nunca".
Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta.
Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte.
Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo.
Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino.
Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá.



®KEEP WALKING, BRAZIL